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John Winston Lennon nasceu no dia 9 de outubro de 1940, filho de Alfred e Julia Lennon, que se divorciaram antes que John tivesse três anos. A noite de seu nascimento foi carregada com explosões por aviões nazistas; um explodindo próximo ao hospital onde nasceu. Alfred tentou levar o filho para Nova Zelândia quando o menino tinha seis anos, mas Julia o impediu e trouxe o menino pra casa imediatamente, onde ele foi criado por Tia Mimi e Tio George.
A ambição de vida de John mudou drasticamente quando Elvis Presley estourou na cena. Segundo Mimi, "dali em diante, eu nunca consegui um minuto de paz. Era Elvis Presley, Elvis Presley, Elvis Presley. No fim eu disse, 'Elvis Presley é ótimo, John, mas eu não o quero para o café da manhã, o jantar e o chá.'" Mimi comprou para John um violão e logo depois disso ele formou sua primeira banda, os Quarrymen. Num pequeno show ele conheceu Paul McCartney, que maravilhou John com sua habilidade para afinar um violão.
John começou a freqüentar escola de arte, mas logo desistiu. Ali ele conheceu sua primeira esposa, Cynthia, e Stuart Sutcliff. Embora Sutcliff tivesse muito pouca habilidade musical, foi convencido a comprar um baixo e uniu-se ao Quarrymen.
Ao longo da vida nos Beatles, John era conhecido pelo talento para escrever canções que claramente mostravam suas emoções. Porém, seus sentimentos foram melhor mostrados em uma entrevista de 1966 na qual predisse o fim do Cristianismo e declarou que o Beatles eram "mais populares que Jesus". Depois de 22 estações de rádio proibirem discos dos Beatles e dúzias de incinerações públicas de discos e souvenirs, John se desculpou publicamente, com o empresário da banda, Brian Epstein, acrescentando "(Ele) foi citado fora de contexto".
Não havia nenhuma dúvida que o John era a cabeça da banda, isso é, até 1967. A partir de então John tinha ficado incrivelmente "preguiçoso"; as inspirações para suas canções estavam vindo de comerciais de TV (Good Morning Good Morning) e cartazes de circo do seu quarto (Being For The Benefit Of Mr. Kite). Foi então que Paul, não oficialmente, assumiu a liderança do grupo o que, com a morte de Brian Epstein, conduziu a brigas sem fim e à dissolução da banda.
Em 1968, John deixou a esposa Cynthia e o filho Julian por Yoko Ono, uma artista por quem tinha desenvolvido um amor profundo. O casal se casou e organizou dois bed-ins (protestos na cama) pela paz. A hostilidade dos outros Beatles com Yoko aumentou uma já perigosa rixa e também é creditado pelo rompimento da banda. Em 75 tiveram um filho, Sean. Logo após o casamento, ele trocou seu nome do meio legalmente para "Ono".
Depois dos Beatles, John lançou vários álbuns solo, inclusive o nomeado ao Grammy Double Fantasy, gravado com Yoko. Depois de uma noite de trabalho em gravações novas, John foi morto a tiros em frente a seu apartamento por um fã, no dia 8 de dezembro de 1980. Sua morte marcou o fim de uma era em que foram venerados amor e paz e foram denunciados avareza e ódio. Suas cinzas foram espalhadas pelo Central Park, em Nova York, onde hoje há uma área chamada "Strawberry fields", em sua homenagem. Todos os anos, no aniversário de sua morte, fãs se reúnem na entrada do apartamento e deixam flores, poemas e retratos.